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Artigos e Pesquisas

 

As anomalias ou deformidades craniofaciais podem ser conceituadas como todo o desvio ou modificação do que é convencionalmente considerado normal na forma ou função da face.Deste modo podemos dividi-las em três tipos básicos:

a) congênitas: são as deformidades presentes ao nascer, que tiveram seu desencadeamento ainda na fase embrionária e que podem ou não terem herança genética, ou seja, terem sido passadas dos pais para os filhos.

Podemos classificá-las em duas áreas que as dividem conceitualmente, com a finalidade de compreensão do mecanismo de evolução das mesmas.As displasias são as deformidades que resultam de uma desorganização ou desincronização na complexa cronologia de acontecimentos na formação do embrião desde a fecundação; As disostoses são as deformidades que se estabelecem em uma determinada área onde a formação básica já teve sua finalização.

b) pós-traumáticas: por pós-traumáticas devemos levar em conta não somente o trauma de acidente, mas também o trauma causado por um evento cirúrgico, como na ressecção de um tumor por exemplo, os quais costumam ser muito agressivos quando surgem na infância, obrigando um tratamento com a mesma agressividade.

c) evolutivas: são todas as deformidades sindrômicas ou não que têm seu início após o nascimento e que não estão claramente ligadas a algum trauma.

Com essas linhas gerais é possível entender que as anomalias craniofaciais têm etiologias diferentes e, conseqüentemente, entendimento e tratamento diferentes, que envolverão abordagem interdisciplinar no tratamento e acompanhamento.

 

 
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